Por ocasião da Cerimônia de Iniciação (Kikyōshiki), o neófito, ao tomar refúgio nas Três Joias do Budismo, tem a sua cabeça raspada simbolicamente e recebe um Nome de Dharma (Hōmyō), ou seja, um nome de acordo com a tradição do Budismo Shin Terra Pura, Ordem Ōtani.
É importante salientar que cada tradição budista usa critérios particulares para conceder esse Nome de Dharma. No caso da Escola Jōdo Shinshū, Ordem Ōtani, esse nome segue uma forma padronizada conforme regras rígidas, que já são usadas há séculos dentro de nossa tradição.
Esse nome simboliza o “renascimento” do discípulo para uma nova condição de vida, ou seja, uma nova fase de sua vida, como autêntico seguidor do Budismo, declarado e aceito pela comunidade dos clérigos e devotos na qual acaba de ingressar oficialmente.
A forma do nome segue sempre um padrão instituído pela nossa tradição. Em primeiro lugar vem o sobrenome shaku para os homens e shaku–ni para as mulheres, que é a forma japonesa do original sânscrito Shakyas que denota o povo do Buda histórico, pois, ele próprio era chamado de Shakyamuni, O Sábio dos Shakyas. Dessa forma, a pessoa passa a ser reconhecida como descendente do próprio Buda, na cadeia de transmissão do Dharma.
Ao sobrenome, segue-se o nome propriamente dito, formado por dois ideogramas. Esse nome é dado, em princípio, pelo próprio Grão-mestre da nossa Ordem, ou por um mestre por ele devidamente instituído para esse fim. Normalmente esse nome é composto por palavras tiradas dos sutras, os textos sagrados do Budismo, e traz em si um significado que deve ser meditado e refletido por cada um, pessoalmente.
Devemos nos lembrar de que essa prática de se adotar um novo nome por ocasião da Iniciação, é uma prática milenar, presente em muitas tradições religiosas, tanto do oriente quanto do ocidente. Esse nome, portanto, deve servir sempre de incentivo para nós, no caminho de escutar e praticar o Dharma do Buda na companhia de nossos irmãos de Sangha, como verdadeiros discípulos do Buda.
A forma do nome segue sempre um padrão instituído pela nossa tradição. Em primeiro lugar vem o sobrenome Shaku que é a forma japonesa do original sânscrito Shákya que denota o povo do Buda histórico, pois, ele próprio era chamado de Shakyamuni, O Sábio dos Shákyas. Dessa forma, recebendo o sobrenome Shaku a pessoa passa a ser reconhecida como descendente do próprio Buda, na cadeia de transmissão do Dharma.
Ao sobrenome, segue-se o nome propriamente dito, formado por dois ideogramas. Esse nome é dado em princípio pelo próprio Grão-mestre da nossa Ordem, ou por um mestre por ele devidamente instituído para esse fim. Normalmente esse nome é composto por palavras tiradas dos Sutras, os textos sagrados do Budismo e traz em si um significado que deve ser meditado e refletido por cada um, pessoalmente.
Devemos nos lembrar de que essa prática de se adotar um novo nome por ocasião da Iniciação, é uma prática milenar, presente em muitas tradições religiosas, tanto do oriente quanto do ocidente. Esse nome, portanto, deve servir sempre de incentivo para nós, no caminho de ouvir e praticar o Dharma do Buda na companhia de nossos irmãos de Sangha, como verdadeiros discípulos do Buda.
Fonte: Apostila de iniciação do Templo Nambei Honganji Brasil Betsuin
Atualização em 2025 – com o objetivo de promover e privilegiar os valores da igualdade de gênero e abolir sua discriminação, o termo Shaku-ni foi abolido para as mulheres pela Ordem Ōtani.
